António Salvador enviou carta a Pedro Proença a contestar a arbitragem do jogo contra o Sporting e exigiu uma demissão
António Salvador, presidente do Sporting de Braga, avançou com uma contestação formal à arbitragem do encontro frente ao Sporting, que terminou com a vitória dos leões por 3-1.
António Salvador escreve a Pedro Proença após polémica com o Sporting e exige saída de Luciano Gonçalves
António Salvador, presidente do Sporting de Braga, avançou com uma contestação formal à arbitragem do encontro frente ao Sporting, que terminou com a vitória dos leões por 3-1. O dirigente enviou uma carta a Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), na qual critica decisões tomadas durante a partida e exige medidas em relação à liderança do Conselho de Arbitragem.
A iniciativa surge na sequência do encontro da oitava jornada da I Liga, marcado por um lance polémico na área do Sporting e pela reviravolta da equipa de Alvalade, que conseguiu transformar uma desvantagem de 1-0 numa vitória por 3-1.
António Salvador contesta penálti por assinalar
O principal motivo de indignação do presidente bracarense está relacionado com um lance ocorrido aos 49 minutos, quando o Sporting de Braga ainda se encontrava em vantagem no marcador.
Na jogada em causa, a bola atingiu a mão de Issa Doumbia dentro da área leonina. António Salvador considera que deveria ter sido assinalada uma grande penalidade a favor da equipa minhota e questiona a intervenção do videoárbitro (VAR), que não levou à alteração da decisão tomada em campo.
Para o dirigente, o episódio teve particular importância no desenrolar do encontro, uma vez que o Braga acabou por perder a vantagem e sair derrotado por 3-1.
A contestação foi formalizada através de uma carta dirigida a Pedro Proença e a Luciano Gonçalves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, na qual Salvador manifesta a sua insatisfação com a atuação da equipa de arbitragem.
Presença de Luciano Gonçalves na televisão também gera críticas
As críticas do presidente do Sporting de Braga não se ficaram pelo lance ocorrido durante a partida. António Salvador mostrou-se igualmente incomodado com a presença de Luciano Gonçalves nos estúdios da CMTV após o encontro.
Durante a intervenção televisiva, o responsável pela arbitragem portuguesa abordou questões relacionadas com a sua vida pessoal e situação patrimonial. A participação motivou críticas do dirigente bracarense, que considera que o responsável deveria estar concentrado nas funções que desempenha.
Na perspetiva de Salvador, a situação levanta dúvidas sobre a forma como está a ser conduzida a liderança da arbitragem portuguesa, numa altura em que várias decisões continuam a gerar contestação no futebol nacional.
Presidente do Braga exige medidas e questiona continuidade
Na carta enviada à Federação Portuguesa de Futebol, António Salvador pede uma resposta perante os acontecimentos que considera graves. O dirigente dirige críticas à atuação de Luciano Gonçalves e defende que este não reúne condições para continuar à frente do Conselho de Arbitragem.
A posição representa uma escalada na contestação do Sporting de Braga às decisões da arbitragem, levando o descontentamento para o plano institucional, junto da estrutura responsável pelo futebol português.
Até que exista uma resposta oficial das entidades visadas, as exigências de António Salvador representam a posição do presidente dos arsenalistas e não significam que tenha sido tomada qualquer decisão sobre a continuidade do responsável pela arbitragem.
Polémica volta a colocar o VAR no centro do debate
O episódio reacende a discussão sobre os critérios de arbitragem e o papel do videoárbitro na I Liga. O lance envolvendo Issa Doumbia tornou-se um dos momentos mais contestados do encontro entre Braga e Sporting, sobretudo por ter ocorrido quando a equipa minhota estava em vantagem.
A carta de António Salvador acrescenta uma nova dimensão à polémica, ao questionar não apenas uma decisão concreta, mas também a liderança e a atuação pública dos responsáveis pela arbitragem.
O caso poderá agora conhecer novos desenvolvimentos caso a Federação Portuguesa de Futebol ou o Conselho de Arbitragem se pronunciem sobre as críticas e as exigências apresentadas pelo presidente do Sporting de Braga.




















