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Presidente do CA responde a Mário Branco e ao Benfica: “Aqui ninguém se rebenta — resolve-se no campo”

Luciano Gonlalves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF reagiu aos casos mais recentes. Numa conferência de imprensa, o dirigente deixou alguns

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Luciano Gonlalves, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF reagiu aos casos mais recentes. Numa conferência de imprensa, o dirigente deixou alguns comentários a respeito das atitudes de Mário Branco, que aconteceram no final do Benfica – Casa Pia e assume que os árbitros estão sujeitos a tentativas de pressão.

Luciano Gonçalves: “Os árbitros fizeram as suas obrigações. Mencionaram tudo no relatório e passaram para as entidades competentes”

Presente numa conferência de imprensa, onde foram analisados os processos de arbitragem neste arranque de temporada, Luciano Gonçalves começou por condenar o que aconteceu: “Os árbitros fizeram as suas obrigações. Mencionaram tudo no relatório e passaram para as entidades competentes, no Conselho de Disciplina também. Naturalmente, nenhuma das situações deveria acontecer”.

“Lutamos por um futebol positivo, que seja vendável, visto lá fora como fantástico, com os melhores árbitros, treinadores e jogadores do mundo. Mas depois temos estes episódios que não deviam acontecer. Da parte da arbitragem, foi feito o que deveria ter sido”, acrescentou o dirigente do organismo da FPF.

Luciano Gonçalves: “Aqui ninguém rebenta ninguém”

“O CA dá-lhes suporte para que estejam tranquilos. Aqui ninguém rebenta ninguém. Se o árbitro descer de divisão, irá descer por resultados menos positivos, porque teve uma época menos positiva, e jamais por interferência de quem quer que seja”, atirou Luciano Gonçalves, referindo-se ao que aconteceu com Mário Branco.

Recorde-se que o dirigente dos encarnados não escondeu a frustração no final do empate com o Casa Pia, tendo dirigido palavras ameaçadoras para com o árbitro do Gustavo Correia. Face ao que aconteceu, o mesmo incorre de uma iminente supensão, que pode chegar aos seis meses, como receber uma multa superior a 6.000€. No entanto, segundo a imprensa, o dirigente estaré arrependido da suas ações.

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